O Código de Aurora
Quando a conexão real vira ameaça
Em Draven, a tecnologia prometeu eficiência — e entregou silêncio. Vizinhos que não se conhecem. Famílias que jantam juntas sem trocar uma palavra. Uma cidade inteira que funciona perfeitamente e não sente nada.
Cinco jovens de classes diferentes se recusam a aceitar isso. O que começa como um encontro acidental se transforma na Aurora — uma organização comunitária que o sistema não previu e não pretende tolerar.
Sobre o livro
Draven é uma cidade controlada pela Nexaris Corporation, onde a hierarquia social se tornou geografia: a Elite nas colinas, os operários em blocos idênticos, e os esquecidos empurrados para as margens. A tecnologia não oprime com violência — ela anestesia. E pessoas anestesiadas não se organizam.
Cinco vozes, cinco realidades
Um operário, uma herdeira, uma artista, um comerciante e um programador. Classes diferentes, mesma solidão. A história é contada de dentro de cada um.
O sistema reage
Fake news, infiltração, ofertas envenenadas. A Nexaris não precisa de tanques — basta desacreditar, dividir e esperar.
Sem heróis perfeitos
Os personagens erram, se contradizem e descobrem que a maior batalha não é contra a corporação — é contra a própria natureza humana.